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O que levar na mala

Nossa matéria de hoje do Pra Ver em Londres aqui no Sair do Brasil está cheia de dicas para você que está contando os dias para embarcar e que quer uma mãozinha para começar a arrumar sua mala.Decidi contar minha própria experiência na etapa do “levo não levo” porque acho que ela pode funcionar para você também.

Antes de tudo, lembre-se sempre de observar o que a sua companhia aérea permite que você leve. Eu tive que rearranjar as coisas entre as nossas malas (minha e do João, meu namorado) porque a Air Canadá não permite excesso de bagagem – nem com pagamento – e em uma das minhas malas eu tinha excedido os 32 kg. A minha sorte foi encontrar um espaço em uma das malas do João estava mais vazia amassa daqui, aperta de lá e com um pouco de esforço conseguimos fazer algumas trocas!

Arrumando a mala

Logo que comecei a pensar em arrumar minha mala, corri para as comunidades do orkut para procurar informações de quem estava vindo para ver o que a mulherada falava. Em pouco tempo percebi que a opinião era quase unânime: “não traga muitas roupas (principalmente de inverno), já que aqui as coisas são mais baratas e de melhor qualidade. Além disso, casacões pesam e ocupam muito espaço”.

Assim, quando chegou a hora de colocar peça por peça na minha querida mala preta cheia de adesivos gigantes da Disney (para poder identificá-la facilmente na esteira!), até pensei em seguir as dicas da galera, mas como não sou muito adepta do mantra “pratique o desapego”, acabei colocando vários casacos de inverno que amo… sem medo de ser feliz!

E até agora não me arrependi nenhum pouco de ter feito isso (só na hora da mudança, talvez), porque o que é barato para os outros pode não ser tanto assim para mim, e meus casacos são de qualidade, uai!

A mulherada também dizia para não levar shampoos, condicionadores, cremes pois lá era tudo uma pechincha. Quer saber? Eu trouxe os meus. Afinal, se eu pudesse economizar no começo da viagem, por que não o faria? Trouxe todos os produtos de higiene que considerava necessário como: cotonete, pasta de dente, spray de cabelo, desodorante, sabonete… enfim, tudo para pelo menos um mês. Somos jovens jornalistas, com salários de jovens jornalistas. No que dá para economizar, a gente economiza.

E, mais uma vez: não me arrependo disso. Tudo foi (e ainda é) muito útil para nós.

Enfim, minhas malas vieram estourando. Mas e daí? Claro que é ruim ter que ficar carregando pra cima e pra baixo, mas isso é só na chegada e em mudanças!

Portanto, minha dica é: traga o que quiser. Não se reprima. Claro que você vai comprar coisas aqui, mas se você tem apego pelas suas roupas e acessórios como eu, não tenha medo de ser feliz: coloque tudo na mala e quando for voltar para o Brasil… bem, isso é outra história e eu falo sobre ela o dia que estiver voltando, já que não quero me preocupar agora.

Espero ter ajudado um pouco você que está fazendo sua mala (ou pensando nisso).

Até a próxima  matéria!

O post de hoje do Pra Ver em Londres (www.praveremlondres.com) aqui no Sair do Brasil está cheio de dicas para você que está contando os dias para embarcar e que quer uma mãozinha para começar a arrumar sua mala.

Decidi contar minha própria experiência na etapa do “levo não levo” porque acho que ela pode funcionar para você também.

Antes de tudo, lembre-se sempre de observar o que a sua companhia aérea permite que você leve. Eu tive que rearranjar as coisas entre as nossas malas (minha e do João, meu namorado) porque a Air Canadá não permite excesso de bagagem – nem com pagamento – e em uma das minhas malas eu tinha excedido os 32 kg. A minha sorte foi encontrar um espaço em uma das malas do João estava mais vazia amassa daqui, aperta de lá e com um pouco de esforço conseguimos fazer algumas trocas!

Arrumando a mala

Logo que comecei a pensar em arrumar minha mala, corri para as comunidades do orkut para procurar informações de quem estava vindo para ver o que a mulherada falava. Em pouco tempo percebi que a opinião era quase unânime: “não traga muitas roupas (principalmente de inverno), já que aqui as coisas são mais baratas e de melhor qualidade. Além disso, casacões pesam e ocupam muito espaço”.

Assim, quando chegou a hora de colocar peça por peça na minha querida mala preta cheia de adesivos gigantes da Disney (para poder identificá-la facilmente na esteira!), até pensei em seguir as dicas da galera, mas como não sou muito adepta do mantra “pratique o desapego”, acabei colocando vários casacos de inverno que amo… sem medo de ser feliz!

E até agora não me arrependi nenhum pouco de ter feito isso (só na hora da mudança, talvez), porque o que é barato para os outros pode não ser tanto assim para mim, e meus casacos são de qualidade, uai!

A mulherada também dizia para não levar shampoos, condicionadores, cremes pois lá era tudo uma pechincha. Quer saber? Eu trouxe os meus. Afinal, se eu pudesse economizar no começo da viagem, por que não o faria? Trouxe todos os produtos de higiene que considerava necessário como: cotonete, pasta de dente, spray de cabelo, desodorante, sabonete… enfim, tudo para pelo menos um mês. Somos jovens jornalistas, com salários de jovens jornalistas. No que dá para economizar, a gente economiza.

E, mais uma vez: não me arrependo disso. Tudo foi (e ainda é) muito útil para nós.

Enfim, minhas malas vieram estourando. Mas e daí? Claro que é ruim ter que ficar carregando pra cima e pra baixo, mas isso é só na chegada e em mudanças!

Portanto, minha dica é: traga o que quiser. Não se reprima. Claro que você vai comprar coisas aqui, mas se você tem apego pelas suas roupas e acessórios como eu, não tenha medo de ser feliz: coloque tudo na mala e quando for voltar para o Brasil… bem, isso é outra história e eu falo sobre ela o dia que estiver voltando, já que não quero me preocupar agora.

Espero ter ajudado um pouco você que está fazendo sua mala (ou pensando nisso).

Até o próximo post,

Natasha Schiebel.

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