Página Inicial Destino Um fim de semana em Amsterdam: diversão garantida!!!

Um fim de semana em Amsterdam: diversão garantida!!!

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Amsterdam é a capital da Holanda, um dos Países Baixos (o outro é Bélgica), que recebe este nome por ser, do ponto de vista geomorfológico, uma depressão absoluta, necessitando obras engenhosas para evitar o avanço do mar. Assim, a cidade se caracteriza por ser entrelaçada por inúmeros canais e mais de 1200 pontes.

Amsterdam possui cerca de 780 mil habitantes, distribuídos em 220 Km2 de área, o que resulta uma densidade demográfica superior a 3500 hab/km2. Por ser uma capital considerada de porte médio, ao contrário de Londres, Paris, entre outras, além de ter o centro histórico condensado, pode facilmente ser percorrida em um fim-de-semana, uma aventura inesquecível. A Holanda é um país único, precursor de leis liberais, como   a legalização das drogas leves (a exemplo da maconha, que só pode ser cultivada nacionalmente e usufruída localmente no Bairro da Luz Vermelha) e da prostituição, e que possui paisagens belíssimas, como seus prédios baixos e estreitos, milhares de bicicletas pelas ruas, …

Amsterdam pode ser considerada uma cidade cara para hospedagem. Os albergues custam em média 35 euros (4 camas) por dia. Inicialmente, aqui vão dicas de alguns albergues (com os preços correspondentes a julho de 2011, altíssima estação). Para mais detalhes, veja os sites de albergues:

  • Stayokay Amsterdam Stadsdoelen: a localização é espetacular, no coração do Centro Histórico, mas tem alguns problemas- apesar do café-da-manha, são 20 camas / quarto, e o preço é salgado (30 euros em média/noite);
  • Bulldog: mesmo caso do anterior, sendo que os quartos possuem 12 camas e o preço é 35 euros;
  • Stayokay Amsterdam Vondelpark: 37 euros para um quarto com 8 camas, fica 20 minutos do centro, mas no coração de um parque altamente bucólico.
  • Shelter City: boa localização, relativamente barato (30 euros por 4 camas) e com café-da-manhã.

Sexta-feira (noite): após deixar as bagagens no albergue, iniciaremos o passeio pela cidade, e esta primeira noite será dedicada ao Bairro da Luz Vermelha, a região do meretrício e drogas da capital. O local é uma verdadeira compilação de etnias e raças. Asiáticos, homos, brancos, … se misturam em perfeita harmonia. Passeie pelas ruelas iluminadas, sinta os aromas, se for da sua vontade, pare em um coffeshop, o local é o coração devasso de Amsterdam, e merece ser visitado à noite, com suas cores e nuances. Mas não ouse filmar ou tirar fotografias para não passar o constrangimento de perder sua máquina. A noite não tem hora para acabar.

Sábado: após a noite anterior agitada, vamos fazer um passeio mais bucólico, em direção ao Vondelpark (com seu verde a paisagem relaxante) e Museum Plein. Apesar de a cidade ser mundialmente conhecida pelo transporte ecologicamente sustentável (trens elétricos, ônibus movidos a biogás), procure fazer todos os passeios a pé, ou alugue uma bicicleta, outro meio de transporte muito utilizado por aqui, pois a cidade é plana e não oferece muita resistência.

No Museum Plein está o prédio mais grandioso da cidade, o Rijksmuseum (Museu Nacional de Arte e História). Se você se interessa por belas-artes, merece uma visitada. Ele fica aberto todos os dias, das 9h às 18h, com bilhetes custando 14,5 euros.

Logo em seguida, você sendo um amante da literatura e história, pode visitar o Museu de Anne Frank (8,50 euros). Para terminar a tarde, vislumbre o pôr-do-sol em um passeio de barco pelos canais, que custam cerca de 7 euros e duram 2 horas. É uma outra maneira de se conhecer Amsterdam.

À noite, passeie pelo Centro Histórico, com a Dam, Obelisco Nacional, Palácio Real, a belíssima arquitetura da Estação Central. O lugar fica muito mais interessante às luzes da noite. O Bairro da Luz Vermelha pode ser o ponto final de seu sábado.

Domingo: pegue um trem em direção à Lisse, município distante 35 Km, para conhecer Keukenhof Park, um jardim botânico único, com suas tulipas coloridas, fontes, um espetáculo da natureza. Entretanto, o período de visitação é apenas na primavera.

Em 2011, estará aberto entre os dias 21 de março e 20 de maio. A entrada custa 12,50 euros, mas merece ser visitada. Se você não estiver na época propícia, nos arredores de Amsterdam existem algumas cidades. Cito Zaamdjik/ Zaanse Schans, que localizam-se a pouco  minutos de ônibus de Amsterdam. São cidades pequenas e pitorescas, com seus moinhos-de-vento que, como a tulipa, são o símbolo do país.

Amsterdam é uma capital de porte médio com cara de cidade provinciana. O que realmente marca o lugar é a heterogenia de cores e formas, etnias, tudo misturado harmoniosamente. Um local de badalação e agito, mas também com uma história antiga e bela. Vale muito a pena visitar. Vocês não vão se arrepender.

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8 COMENTÁRIOS

  1. Minha dica de Amsterdan? NAO ir no Museu da Maconha, é uma perda de tempo! Fumante ou nao fumante, pagar para entrar ali nao vale a pena de maneira nenhuma.
    Eu quando fui fiquei num apartamento que dividi com outras três amigas. Foi uma sábia decisao. Era o mesmo preço do albergue, super bem localizado, com direito a máquina pra lavar a roupa (depois de um tempo mochilando, maquina de lavar roupa em casa é água no deserto) e comidinha cozinhada por nós mesmas.

    • o Museu do Sexo também é roubada. Gosta de arte? os velhos mestres estão no Rijksmuseum, os modernos no Stedelijk Museum. Ande de vicicleta, faça um piquenique no Vondelpark, prove o Indonesian rijsttafel (tábua de arroz e acompanhamentos), passeie enter os 165 canais, compre coisinhas do mundo todo nos mercados de pulgas… Amsterdam parece um grande cartão postal.

  2. Minha dica: o Museu do Sexo! É muito barato (fui em 2009 e paguei 3 euros) e divertido! Outra: comer as batatas fritas com maionese que são vendidas na rua, são uma iguaria e mto varatinhas tbm! Mais: a biblioteca pública tem internet grátis pra quem não levar laptop ou celular com internet! É isso! Boa viagem, Amsterdam vale muito a pena!

  3. A Bélgica não faz parte dos Países Baixos. A Holanda é um estado, como Minas Gerais, do país que se chama “Países Baixos”. A Bélgica é outro país

  4. Ruan
    Quando me referi a Bélgica pertencente aos Países Baixos, me referi do ponto de vista geomorfológico, pois parte da Bélgica é uma depressão absoluta. Talvez tenha me expresso mal.

  5. Em vez de voltar no sábado a noite para a Red Light, melhor opção é ir para a leidseplein, com sua inúmeros boates e bares com músicas de todos os gostos.

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