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Bolsas de estudos na Nova Zelândia

Nova Zelândia oferece bolsas de estudos para cidadãos de países em desenvolvimento

Se o seu sonho é viver por um tempo em um dos países mais desenvolvidos e industrializados do mundo, o Ministério de Relações Exteriores da Nova Zelândia está pronto para te ajudar. Localizada na Oceania e formada por duas ilhas principais e algumas menores, a Nova Zelândia pode estar afastada de tudo, mas não deixa de ser uma das melhores escolhas para um intercâmbio de estudos ou trabalho. Com clima similar ao nosso, as atrações turísticas – em sua grande maioria, naturais – estão abertas ao público o ano todo e todas as estações têm seus charmes e são convidativas o suficiente para que este seja o último dos empecilhos para uma visita ao país, que apesar de ser quase do tamanho do Japão, tem uma população de menos de 5 milhões de habitantes. Mesmo tendo o Maori como língua oficial, o idioma mais falado por lá é o inglês, o que é uma vantagem para quem quer praticar a língua sem precisar escolher destinos mais populares como Estados Unidos ou Inglaterra, onde as moedas também são mais caras – o dólar neozelandês é similar ao australiano e mais baixo que o americano e até mesmo o canadense.

Enquanto existem diversos motivos para visitar o país, o sistema educacional e o mercado de trabalho são uns dos mais fortes para quem planeja mais do que uma simples viagem. O governo neozelandês abre, anualmente, diversos programas de bolsas de estudos e o mais interessante para os brasileiros é o New Zealand Development Scholarships (NZDS), que oferece aos cidadãos de diversos países da América Latina, África, Ásia e Caribe uma oportunidade de praticarem suas habilidades, ganharem conhecimento e estudarem áreas específicas que auxiliem de alguma forma o processo de desenvolvimento de seus países de origem. Atualmente, as vagas são para aqueles que já concluíram a primeira graduação e buscam uma pós-graduação ou doutorado. O período de estudos varia de 6 meses a 4 anos, com grande foco em cursos nas áreas de agricultura e energia renovável.

Como se candidatar a bolsas de estudos na Nova Zelândia

É importante tomar conhecimento de algumas exigências feitas pelo Ministério em seu site oficial como, por exemplo, não ser cidadão ou residente permanente de países como EUA, Japão, Austrália ou qualquer país da União Europeia e ter morado continuamente no Brasil pelos últimos 2 anos, além de ser necessário comprovar conhecimento na língua inglesa através dos exames oficiais (IELTS e TOEFL).

Outras exigências são listadas, mas o site também oferece um teste de elegibilidade para que você saiba se pode aplicar ou não as Bolsas de estudos. Caso você não cumpra os requerimentos, ainda é possível aplicar para outros tipos de bolsa no site Study in New Zealand. Brasileiros com passaporte europeu possuem diversas outras oportunidades no país, por exemplo.

As inscrições começam em 16 de fevereiro para os países latino americanos e seguem abertas até 30 de março e são realizadas on-line. As bolsas de estudos cobrem desde passagem do país de origem até seguro de vida e viagem, além de dar todo o suporte para sua preparação antes de chegar ao país. Como os cursos mais curtos ainda ultrapassam os 3 meses concedidos aos brasileiros pela imigração do país, será necessário aplicar para um visto de estudante on-line. Existe um visto específico para bolsistas através do governo e as instruções serão dadas ao ser selecionado para a bolsa. A grande vantagem de estudar na Nova Zelândia é poder trabalhar até 20 horas por semana durante o período acadêmico e em tempo integral nas férias mesmo sob o visto de bolsista.

Antes mesmo de abrirem as inscrições, já é possível se cadastrar no site RealMe, por onde serão enviadas as aplicações. O site recomenda que você prepare as respostas – em inglês – offline para mais tarde enviá-las e não deixar para a última hora para evitar problemas técnicos, sendo 3 a 10 dias antes da data final o período ideal para enviar todos os dados. Para mais informações não disponíveis no site, basta entrar em contato através do formulário na página de FAQ do Ministério de Relações Exteriores.

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